Denunciado em 2006 pelo então procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o companheiro de réveillon do presidente da Embratur e do deputado federal Weverton Rocha foi o mentor de um esquema de contratação de 913 assessores fantasmas para encher o caixa eleitoral na época em que Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa, era governador do Piauí. De acordo com a PGR, uma auditoria realizada pelo TCE/PI constatou que as contratações foram feitas informalmente e aumentaram em 275% a despesa com pessoal, ocasionado um desvio de R$ 758.317,00 aos cofres públicos.
Donos de terras pelo Piauí e da Rádio Cerrado – espécie do que é a Mirante AM no Maranhão – desde que passou a viver da política, no final de dezembro do ano passado, João Mádison reuniu várias personalidades do meio empresarial e político no 2º leilão da fazenda que leva as iniciais de seu nome, a Fazenda JM.
Sempre cheia de animais da raça gir leiteiro, girolando e nelore – embora a seca tenha atingido mais de 1 milhão de pessoas no PI, a fazenda de Mádison é ganhadora de dezenas de prêmios como uma das melhores do Nordeste.
Se condenado ainda em 2014, o parceiro de réveillon do pré-candidato ao governo estadual pela oposição maranhense será o segundo parlamentar preso durante o exercício do mandato desde a Constituição de 1988 e pode pegar de 2 a 12 anos de cadeia pelo crime de peculato – utilização de recursos do poder público em benefício próprio, conforme o artigo 312 combinado com o artigo 327, parágrafo 2º, do Código Penal Brasileiro.
Fonte: Blog Atual7
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